Hoje é dia de HALLOWEEN! Ainda me lembro do clássico 'andar de casa em casa a pedir doces'. Agora, vejo o 'andar de bar em bar a pedir bebidas'.
Não estou aqui para censurar ninguém. Cada um é como é. Mas vejo a evolução de criança para jovem expressa nos hábitos de Halloween. Doçura ou travessura, dizem as crianças desdentadas mascaradas de Esqueleto ou Vampiro. Vodka ou Whisky, dizem os jovens disfarçados de sabe Deus o quê. Mas chega, não é disso que quero falar. O que realmente quero falar é do Halloween. Bom, não dos hábitos. Admito, não fui uma criança de disfarces de Halloween. No Carnaval sim, mas não no Halloween. As tribos celtas é que criaram este dia, especialmente os famosos druidas, como celebração do Samhain, ou seja, do fim do verão. Já devidamente cristianizada, a celebração continuou durante este tempo todo até aos dias de hoje como a véspera do Dia de Todos os Santos (All Hallows Eve, em inglês antigo). As celebrações têm tendência a adaptarem-se aos tempos, e o Halloween não foi exceção. Quando a sociedade americana se capitalizou transmitiu ao resto do mundo a sua versão que, a meu ver, é melhor para as crianças do que a véspera do Dia dos Mortos.
Halloween. Um nome aterrador. Não, estava a brincar. Aterradores são os filmes de Halloween e os tenebrosos praticantes do... mwa ha ha ha!... Trick or treat. Bom Halloween!
quinta-feira, 31 de outubro de 2013
terça-feira, 29 de outubro de 2013
Primeiro dia de frio
«Frio - s.m. sensação produzida pela falta de calor; ausência de calor»
Dicionário da Língua Portuguesa, 7ª edição, Porto Editora.
Embora seja o segundo dia de inverno, vou antes falar do primeiro dia de frio. Então, ao acordar, deparo-me com... nevoeiro. Sim, nevoeiro. Mas isso é por que vivo perto de um rio, por isso... Bom, o choque não foi o nevoeiro, mas foi a temperatura que senti ao sair de casa. A minha camisola é de meia-estação e, hoje, vi que tenho de começar a usar daquelas que têm uma gola alta, turtleneck em inglês, para proteger o meu pescoço. Mas chega de vestuário. Notava-se a condensação do ar sempre que respirava. Aliás, passei o dia inteiro com um torcicolo no pescoço e culpo o frio pelo feito. Ah, já me esquecia, também bati o dente de tamanho gelo. Tenho, no momento em que escrevo, uma chávena de chocolate quente comigo e um cachecol enroscado no meu já acima referido pescoço. Tenho também um nariz gelado.
A conclusão é que está frio e esperemos que não congele as nossas relações com os restantes PALOPs. E, embora no sul seja, neste momento, verão, gostaria de desejar que, ao sair de casa (claro, quando for inverno lá, no sul), o presidente da República de Angola se esqueça do casaco ao sair de casa.
Dicionário da Língua Portuguesa, 7ª edição, Porto Editora.
Embora seja o segundo dia de inverno, vou antes falar do primeiro dia de frio. Então, ao acordar, deparo-me com... nevoeiro. Sim, nevoeiro. Mas isso é por que vivo perto de um rio, por isso... Bom, o choque não foi o nevoeiro, mas foi a temperatura que senti ao sair de casa. A minha camisola é de meia-estação e, hoje, vi que tenho de começar a usar daquelas que têm uma gola alta, turtleneck em inglês, para proteger o meu pescoço. Mas chega de vestuário. Notava-se a condensação do ar sempre que respirava. Aliás, passei o dia inteiro com um torcicolo no pescoço e culpo o frio pelo feito. Ah, já me esquecia, também bati o dente de tamanho gelo. Tenho, no momento em que escrevo, uma chávena de chocolate quente comigo e um cachecol enroscado no meu já acima referido pescoço. Tenho também um nariz gelado.
A conclusão é que está frio e esperemos que não congele as nossas relações com os restantes PALOPs. E, embora no sul seja, neste momento, verão, gostaria de desejar que, ao sair de casa (claro, quando for inverno lá, no sul), o presidente da República de Angola se esqueça do casaco ao sair de casa.
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
Duas medidas
Esta crónica fala de uma medida que, finalmente, é decente. Infelizmente, veio acompanhada por outra má...
Sim, é verdade, o governo vai cortar nas pensões vitalícias dos parasitas que dela se aproveitam. Finalmente, alguém toma uma medida destas! Só é pena só ter sido agora, quando devia ter sido a primeira coisa a fazer. Cortar no que está a mais. Se Passos Coelho tivesse seguido este caminho, os funcionários públicos não estariam tão mal. Em vez de tirar a quem não tem, deve-se tirar a quem muito tem. Deputados, era cortar-lhes nos salários, aos banqueiros também, era reduzir nas despesas que os políticos têm e assim conseguiria o primeiro-ministro tanto dinheiro (ou mais, quem sabe) como o que tirou até agora. Bem, a medida má é aquela medida que diz que virão ainda mais cortes, principalmente para os reformados. Sim, adivinhou: mais cortes nas pensões. Lá está. Se o primeiro-ministro tivesse cortado desde o início no que está a mais, esta medida não levantaria tantos protestos.
Pois é, o governo toma medidas (isso fazem todos). Só é pena serem medidas que seriam melhores acompanhadas já de cortes aos deputados, aos banqueiros, às despesas em carros e guarda-costas e a outros parasitas e gastadores que existem na sociedade moderna.
Sim, é verdade, o governo vai cortar nas pensões vitalícias dos parasitas que dela se aproveitam. Finalmente, alguém toma uma medida destas! Só é pena só ter sido agora, quando devia ter sido a primeira coisa a fazer. Cortar no que está a mais. Se Passos Coelho tivesse seguido este caminho, os funcionários públicos não estariam tão mal. Em vez de tirar a quem não tem, deve-se tirar a quem muito tem. Deputados, era cortar-lhes nos salários, aos banqueiros também, era reduzir nas despesas que os políticos têm e assim conseguiria o primeiro-ministro tanto dinheiro (ou mais, quem sabe) como o que tirou até agora. Bem, a medida má é aquela medida que diz que virão ainda mais cortes, principalmente para os reformados. Sim, adivinhou: mais cortes nas pensões. Lá está. Se o primeiro-ministro tivesse cortado desde o início no que está a mais, esta medida não levantaria tantos protestos.
Pois é, o governo toma medidas (isso fazem todos). Só é pena serem medidas que seriam melhores acompanhadas já de cortes aos deputados, aos banqueiros, às despesas em carros e guarda-costas e a outros parasitas e gastadores que existem na sociedade moderna.
sábado, 5 de outubro de 2013
5 de Outubro
5 de Outubro. Uma data histórica em Portugal. Por isso, não posso simplesmente deixá-la passar.
5 de outubro de 1143: é assinado o Tratado de Zamora, que confere a independência a Portugal como país.
5 de outubro de 1910: a Primeira República é implantada em Portugal.
5 de outubro é uma data significativa e, por pura coincidência, uma data que, em anos distintos (1143, 1910) marcou Portugal para sempre. A primeira, por ter surgido Portugal como país, conquistado aos mouros por D. Afonso Henriques. A segunda, por ter iniciado a República Portuguesa. Dois pontos de viragem na história deste país à beira mar plantado. As pessoas celebram esta data mais pela Implantação do que pelo Tratado, mas verdadeiros amantes da História (como eu) celebrarão as duas datas, sendo, aliás, a assinatura do Tratado a mais importante das duas.
E está dito. Portugal não existiria sem esta data e a República, consequentemente, também não. Três vivas para o 5 de Outubro!
5 de outubro de 1143: é assinado o Tratado de Zamora, que confere a independência a Portugal como país.
5 de outubro de 1910: a Primeira República é implantada em Portugal.
5 de outubro é uma data significativa e, por pura coincidência, uma data que, em anos distintos (1143, 1910) marcou Portugal para sempre. A primeira, por ter surgido Portugal como país, conquistado aos mouros por D. Afonso Henriques. A segunda, por ter iniciado a República Portuguesa. Dois pontos de viragem na história deste país à beira mar plantado. As pessoas celebram esta data mais pela Implantação do que pelo Tratado, mas verdadeiros amantes da História (como eu) celebrarão as duas datas, sendo, aliás, a assinatura do Tratado a mais importante das duas.
E está dito. Portugal não existiria sem esta data e a República, consequentemente, também não. Três vivas para o 5 de Outubro!
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