sábado, 30 de março de 2013

Da estupidez de um homem

"Não sei que armas haverão na III Guerra Mundial, mas na IV serão paus e pedras."
Albert Einstein


Antes de começar, espero que o leitor me perdoe a utilização de alguns vocábulos fora do meu registo. Kim Jung Un. Filho de Kim Jong Il e neto de Kim Il Sung. E irmão da estupidez. 

Se o leitor tem seguido as notícias atentamente, então ouviu a notícia de que Kim Jung Un, "presidente" da Coreia do Norte decidiu declarar guerra à Coreia do Sul. É impressão minha, ou o homem é mesmo burro? Quer dizer, ele não está satisfeito com o que tem? Quem é que ele pensa que é? O seu pai já foi um disparate, e ele intenciona tornar-se noutro. Kim Jong Il não conseguiu destruir o mundo, por isso o filhinho vai ver se deixa o papá morto orgulhoso. Claro que não preciso de dizer quem são os alvos deste homenzinho deplorável. Obviamente, a Coreia do Sul, o Japão e os Estados Unidos da América. O que me deixa inquieto é a tendência dos países rivais em estourarem em guerras uns com os outros. Claro que isto já aconteceu. Alemanha, Itália, Irão, Líbia. O mesmo cenário. Ânsia de querer mais. E o que é que aconteceu? Um suicidou-se, o outro foi enforcado, o outro o mesmo destino que o do segundo e o último foi morto pela população que oprimia. É o que sinceramente espero que aconteça a este ditadorzeco de meia-tigela. E é o que vai acontecer, que os americanos e os japoneses não são de brincadeiras. Duas guerras o provaram. O povo coreano não está preocupado, mas os seres que pensam estão preocupadíssimos com o futuro desta impertinência e casmurrice de Kim Jung Un. 

Se o leitor não for estúpido, estará do meu lado (e do lado dos inteligentes). É que esta situação pode não parecer nada ao burro que governa a Coreia do Norte nem à sua população, mas pode desembocar daqui outra guerra. E isso, meus caros leitores, seria catastrófico. Já dizia Einstein, "não sei que armas haverá na III Guerra Mundial, mas na IV serão paus e pedras".

quinta-feira, 21 de março de 2013

O Regresso

José Sócrates voltou ao país como comentador político na RTP. Primeiro, sai Nuno Santos, depois, entra Sócrates. As más notícias continuam...

A paz, a austeridade e a troika reinavam sobre Portugal. Portugal começava a sua lenta recuperação depois de feridas profundas do lado esquerdo. Mas, uma sombra ainda paira sobre a vida difícil de Portugal. Essa é a sombra de quem desferiu os golpes fatais no país. José Sócrates regressa dos seus estudos no estrangeiro para se tornar comentador na RTP. Quer dizer, o homem mente e rouba milhões, mete-se em todo o tipo de encrencas e ainda lhe dão a palavra no canal público pago por aqueles que foram roubados pelo socialista. Agora é que vão ser elas. Se o governo já estava farto de ouvir Seguro, agora terá de ouvir o vingativo mestre dele. Vai criticar o governo até estar tão cheio de presunção como de dinheiro. Outro que não está nada satisfeito com este regresso é o próprio líder do clã PS, António José Seguro. Ver regressar o antigo líder do clã e do país deve ser a pior notícia desde que soube que os portugueses não votariam nele em 2015. Neste caso em particular, devo admitir que estou do seu lado. Se há apenas a hipótese entre governo/Seguro e Sócrates, sou pelo primeiro. Outro insatisfeito com o regresso do líder do seu clã rival é Jerónimo de Sousa, líder do PCP. Ele deve estar a pensar em como o velhaco do engenheiro conseguiu voltar dos mortos. Só falta saber se os antigos líderes dos clãs restantes e referidos apoiam ou declinam o regresso do ex-primeiro-ministro. Mas posso dizer que Louçã, Ferreira Leite, Santana Lopes e Marques Mendes não estarão satisfeitos. Só falta referir o último indignado, o presidente Cavaco Silva.

O regresso de Sócrates foi das piores notícias que este governo recebeu desde que assumiu funções. Agora, só falta ouvir o que tem José Sócrates a dizer. Mas parece óbvio o que ele tem para dizer. Exatamente o que Seguro tem dito até agora, mas vezes dez. Agora é que Passos Coelho pode dizer que o pior ainda está para vir...

sábado, 16 de março de 2013

Pagar mais porquê?

Esta crónica é especialmente dedicada aos meus queridos conterrâneos, os habitantes da cidade de Braga. Como sabem, o nosso caro presidente da câmara decidiu instalar parquímetros em vários pontos movimentados da cidade. É mais dinheiro que lhe entra para o bolso.

Algo que revolta profundamente todas as pessoas é a sede de dinheiro que rege a vida de muita gente. Mesquita Machado não é exceção. Pagou a uma empresa para instalar parquímetros estrategicamente colocados nos pontos mais movimentados da cidade. Ou muito me engano, ou isto é querer e querer ainda mais. Não lhe chega o que tem já? Primeiro, as obras, depois isto? Por favor, é suficiente. Precisamos de uma mudança. Chega de Mesquita. Deem oportunidade a outros. Claro que agora que já estão instalados, não vejo que interesse terá o próximo que vier em retirar os parquímetros das estradas. Mas é melhor não fazer juízos já. De resto, toda a população, tal como eu, sentir-se-á ultrajada com esta medida. Terem de pagar ainda mais, agora para estacionar? Mas isto são os Estados Unidos da América, ou é Portugal?

Como já disse, é precisa uma mudança. Talvez o próximo retire os parquímetros dos estacionamentos e faça menos obras desnecessárias. Mas isto é já considerado previsão, que como todos sabem, três em vinte estão certas. Talvez o próximo não seja tão apegado ao dinheiro. Talvez...

quinta-feira, 14 de março de 2013

EsTAPidez

Mais greves na TAP. Os trabalhadores da transportadora portuguesa ainda não perceberam que estas suas manias lixam a vida de muitos portugueses e trava o desenvolvimento da economia.

Não são só os trabalhadores da TAP que querem que Portugal recupere, são também os milhares de portugueses que vivem no país. Mas os trabalhadores da TAP não conseguem ver que as suas pausas demoradas e as suas greves exageradas retêm mais a economia e custam milhões ao governo, à própria empresa e às pessoas que tiverem viagens programadas. E há também o fator de que a greve não irá alterar nada. Nadinha. O governo tem que efetuar os cortes necessários para o desenvolvimento económico (se efetuassem cortes um pouco menos exageradíssimos...), e não é uma grevezita que os impede. E os milhares de portugueses que irão faltar às suas férias tão caras e que exigiram tantos sacrifícios também devem entrar na visão egoísta dos trabalhadores da companhia aérea. 

Então fica a sugestão que deixo a esse trabalhadores da TAP. Devem manifestar-se, sim, como todos os bons portugueses, mas que tenham em conta  vida das outras pessoas, que podem ver planos esventrados pelo simples capricho de ter greve nesse ou noutro dia.

quarta-feira, 13 de março de 2013

Foram os americanos!

O governo venezuelano já deu o seu parecer sobre a situação da morte de Chavez: alguém lhe administrou cancro para que ele pudesse morrer. De preferência, foram os seus inimigos.

Chavez morreu. Mas o seu governo chavista continua vivo e bem vivo. O seu governo quer garantir que o povo venezuelano nunca esquecerá o líder caído. Primeiro, o corpo do líder será embalsamado para que todos o possam visitar (Mao Tse-Tung também teve direito a esse privilégio quando morreu). Segundo, já andam a especular sobre o culpado da morte do el Comandante. Dizem que Chavez morreu de envenenamento por parte dos seus inimigos. É uma teoria preciosa, se Chavez não fosse humano. Mas, como é, tem tantas hipóteses de apanhar cancro como eu, o leitor e até o papa! Não concordo com o governo venezuelano, mas aposto já a quem vai ser apontado o dedo... aos americanos. Pois, está-se mesmo a ver.   Barak Obama, não gostando do seu inimigo, ordenou à CIA para inserir cancro dentro de Chavez. Isto, caros leitores, como romance de ficção-científica é material de ouro, mas como teoria da conspiração é ridículo. A não ser que se venha a saber que o cancro era imigrante americano. Nesse caso, pode-se apontar o dedo aos americanos, embora só ao culpado. Claro que estou a gozar com a situação. Não se pode não se gozar com o ridículo de uma situação, nunca. Talvez em situações mais críticas não se deva.

Então, ficamos a saber que o governo venezuelano considera a morte do seu líder como propositada. Sinceramente, é ridículo afirmar que o cancro foi induzido no corpo do el Comandante por parte dos seus inimigos. Para a próxima, inventem teorias de conspiração mais sólidas, caros venezuelanos.