Hoje é o português que domina estas duas crónicas.
800 anos de língua portuguesa
Hoje a língua portuguesa comemora os seus oito séculos de existência. Que orgulho na língua de Camões. Há 800 anos atrás era composto o testamento de D. Afonso II, o documento oficial mais antigo em língua portuguesa (o leitor sabe, aquela versão primordial e arcaica da nossa língua). A língua evoluiu bastante até chegar a este ponto ridículo em que só se distingue a língua portuguesa europeia das restantes línguas portuguesas por causa de algumas palavras. Sim, adivinhou, não sou particularmente apoiante do Novo Acordo. Mas agora já está, não há nada a fazer... Não importa. O que importa é que a nossa língua faz 800 anos de existência (oficial). Viva ao português!
Saída do Mundial 2014
Vá lá, Portugal! Vamos desanimar? Só porque perdemos uma competiçãozinha inútil que só serve para estourar com os orçamentos de todos os países que nela participam? Não! Ficarmos para trás não faz de nós fracos. Faz do selecionador um incapaz e de alguns jogadores uns moles, mas não faz de nós fracos! Um país com uma história como a nossa, com uma cultura e uma língua como as nossas, não tem razões nenhumas para desanimar. Não quis o destino que chegássemos mais longe nesta competição, e daí? Será mesmo razão para desanimarmos? Nada nos fará duvidar de nós? Valeu a pena o esforço?, perguntam alguns. "Tudo vale a pena/Se a alma não é pequena" é a resposta e a mensagem que fica aqui. Nunca desistam, nunca duvidem. Viva ao povo de Luso!
Vá lá, povo de Luso. Um povo cujo país já dominou os mares todos não tem razões para dele duvidar.
sexta-feira, 27 de junho de 2014
quarta-feira, 18 de junho de 2014
18 de junho de 2014
Hoje é o dia do meu aniversário. Não, enganou-se, não vou falar de mim. Antes pelo contrário.
Saramago
Sim, é verdade. Há exatamente 4 anos atrás, chegava eu a casa pronto para celebrar a minha festa de anos quando me diz a televisão que esse grande génio da literatura falecera. Foi uma tristeza para mim. Recebera a pior prenda de anos que uma pessoa poderia receber: a notícia do falecimento de um escritor original. Para um amante das letras como eu é uma prenda um pouco (completamente) inaceitável. Mas pronto, a vida é mesmo assim. E, sejamos sinceros, a geração que se seguiu a Saramago não lhe fica nada atrás. Só lhes falta ganharem um Nobel.
Amigos, família
Claro que não podia deixar de falar deles. São tudo para mim. Os meus amigos, os melhores que uma pessoa pode ter. A minha família, posso parecer suspeito, mas é difícil de acreditar que há melhor no Mundo. Claro que é uma hipérbole, mas isso não impede que seja verdade. Por isso, este dia pode ser o dia em que se assinala o meu aniversário, mas quem merece a atenção e tudo de bom são eles. Os meus amigos, a minha família. Eles é que merecem as melhores coisas e toda a felicidade. Eu? Eu apenas faço anos...
Memorial do Saramago, memorial da minha família e dos meus amigos. Espero poder estar sempre com eles (com os amigos e família, não com Saramago...).
Saramago
Sim, é verdade. Há exatamente 4 anos atrás, chegava eu a casa pronto para celebrar a minha festa de anos quando me diz a televisão que esse grande génio da literatura falecera. Foi uma tristeza para mim. Recebera a pior prenda de anos que uma pessoa poderia receber: a notícia do falecimento de um escritor original. Para um amante das letras como eu é uma prenda um pouco (completamente) inaceitável. Mas pronto, a vida é mesmo assim. E, sejamos sinceros, a geração que se seguiu a Saramago não lhe fica nada atrás. Só lhes falta ganharem um Nobel.
Amigos, família
Claro que não podia deixar de falar deles. São tudo para mim. Os meus amigos, os melhores que uma pessoa pode ter. A minha família, posso parecer suspeito, mas é difícil de acreditar que há melhor no Mundo. Claro que é uma hipérbole, mas isso não impede que seja verdade. Por isso, este dia pode ser o dia em que se assinala o meu aniversário, mas quem merece a atenção e tudo de bom são eles. Os meus amigos, a minha família. Eles é que merecem as melhores coisas e toda a felicidade. Eu? Eu apenas faço anos...
Memorial do Saramago, memorial da minha família e dos meus amigos. Espero poder estar sempre com eles (com os amigos e família, não com Saramago...).
terça-feira, 10 de junho de 2014
10 de Junho
Viva Portugal! Hoje é um dia da pátria.
Tenho pena daqueles que não se orgulham do seu país. Tenho pena daqueles que nada fazem pelo seu país. Tenho pena daqueles que repudiam o seu país. O orgulho patriótico que sinto pelo meu país é grande. Claro que não me deixo contaminar pelo ultra-patriotismo, que tudo que é a mais faz mal. Sinto orgulho pelo meu país. Sinto orgulho pelo povo a que pertenço (tirando algumas exceções). Sinto orgulho na Cultura do meu país e na sua História. Hoje, durante o seu discurso, o Presidente da República sentiu-se mal. Foi interrompido por uns manifestantes. Desses nem falo, interromper o discurso patriótico do Presidente... enfim... Mas de um certoenergúmeno senhor que dá pelo nome de Mário Nogueira apetece-me falar. Não me vou deixar levar pelo que sinto, senão baniam-me da Internet, mas vou apenas dizer a repulsa que me causou vê-lo a rir-se do pequeno momento de fraqueza de Cavaco Silva. Um homem que nunca fez nada na vida e que supostamente defende pessoas que têm um trabalho que este senhor nunca teve a rir-se de um momento de fraqueza humana por parte do representante máximo de Portugal que obrigou a interromper um discurso patriótico dá-me umas certas voltas ao estômago. Para esse parasita que se sustenta à custa do suor dos verdadeiros portugueses (este e outros que tais... Arménio... Silva... Sousa... Soares... Alegre... deputados... ex-presidentes... ex-deputados... ex-primeiro-ministros... e essa gentalha que se diz portuguesa.)
Já afirmei, sou um patriota. Orgulho-me de ser português de ter nascido em Portugal. Não o trocaria por nenhum país no mundo, nem por aqueles em que se vive melhor. Trocaria, isso sim, certos parasitas que aqui temos por pessoas sérias e responsáveis. Viva Portugal! Viva Camões! Vivam as Comunidades Portuguesas no estrangeiro!
Tenho pena daqueles que não se orgulham do seu país. Tenho pena daqueles que nada fazem pelo seu país. Tenho pena daqueles que repudiam o seu país. O orgulho patriótico que sinto pelo meu país é grande. Claro que não me deixo contaminar pelo ultra-patriotismo, que tudo que é a mais faz mal. Sinto orgulho pelo meu país. Sinto orgulho pelo povo a que pertenço (tirando algumas exceções). Sinto orgulho na Cultura do meu país e na sua História. Hoje, durante o seu discurso, o Presidente da República sentiu-se mal. Foi interrompido por uns manifestantes. Desses nem falo, interromper o discurso patriótico do Presidente... enfim... Mas de um certo
Já afirmei, sou um patriota. Orgulho-me de ser português de ter nascido em Portugal. Não o trocaria por nenhum país no mundo, nem por aqueles em que se vive melhor. Trocaria, isso sim, certos parasitas que aqui temos por pessoas sérias e responsáveis. Viva Portugal! Viva Camões! Vivam as Comunidades Portuguesas no estrangeiro!
sexta-feira, 6 de junho de 2014
Os 70 anos do Dia D
Comemoram-se hoje os 70 anos do dia que marcou o princípio do fim de uma das ditaduras mais terríveis (se não a mais terrível) da Europa.
O Dia D. Devemos-lhe tanto. Este desembarque, ocorrido pelas forças aliadas na Normandia, revelou-se um duro golpe no estômago do regime nazi. E ainda bem. Os valentes soldados que se sacrificaram, sabendo bem o que lhes esperava, para que os oprimidos se vissem livre de Adolf Hitler e dos nazis. Devemos-lhes tanto, tanto. Ainda durou um ano antes da rendição dos nazis, mas este desembarque possibilitou esse desfecho. O Dia D serve para nos lembrar, pelo número de baixas, o quão terrível foi a Segunda Guerra Mundial. Quantos jovens perderam as suas vidas por causa de uma estúpida invasão levada a cabo por um megalómano austríaco (Hitler era austríaco, não alemão). Que nos sirva de lição. Quando nos virmos perante situações de possível guerra, lembremo-nos destes jovens, cujas vidas se viram ceifadas por um conflito injustificável e imperdoável. Lembremos.
O Dia D acabou por decidir o desfecho da guerra. O que teria sido da História se o desembarque na Normandia não se tivesse realizado? Lembremos os sacrifícios dos jovens que morreram para que todos pudéssemos viver em paz. Nunca é demais fazer esse esforço. Lembremos os valentes.
O Dia D. Devemos-lhe tanto. Este desembarque, ocorrido pelas forças aliadas na Normandia, revelou-se um duro golpe no estômago do regime nazi. E ainda bem. Os valentes soldados que se sacrificaram, sabendo bem o que lhes esperava, para que os oprimidos se vissem livre de Adolf Hitler e dos nazis. Devemos-lhes tanto, tanto. Ainda durou um ano antes da rendição dos nazis, mas este desembarque possibilitou esse desfecho. O Dia D serve para nos lembrar, pelo número de baixas, o quão terrível foi a Segunda Guerra Mundial. Quantos jovens perderam as suas vidas por causa de uma estúpida invasão levada a cabo por um megalómano austríaco (Hitler era austríaco, não alemão). Que nos sirva de lição. Quando nos virmos perante situações de possível guerra, lembremo-nos destes jovens, cujas vidas se viram ceifadas por um conflito injustificável e imperdoável. Lembremos.
O Dia D acabou por decidir o desfecho da guerra. O que teria sido da História se o desembarque na Normandia não se tivesse realizado? Lembremos os sacrifícios dos jovens que morreram para que todos pudéssemos viver em paz. Nunca é demais fazer esse esforço. Lembremos os valentes.
domingo, 1 de junho de 2014
Dia da Criança
Quem não gosta de crianças não vive neste mundo.
Hoje celebra-se o que de melhor há no mundo: as crianças. As crianças merecem toda a atenção, dignidade e felicidade que se pode dar. No entanto, ainda há aqueles que, na sua desenfreada busca pelo capital, retira a dignidade e a felicidade às crianças, que trabalham de graça, sem nunca fazer greves e com mãos e braços pequenos que chegam a sítios onde os adultos não conseguem. Essa gente devia levar uma boa patada nas ventas. Talvez assim metessem algum juízo na cabeça dura que transportam sobre os seus ombros. Não nos podemos esquecer das crianças. Os horários de hoje em dia distanciam os pais dos seus filhos, algo que devia ser evitado a todo o custo. Nunca devemos "por de lado" as crianças, e devemos amá-las com todo o carinho que a inocência merece.
E, para conferir a esta crónica alguma credibilidade, uma citação:
Hoje celebra-se o que de melhor há no mundo: as crianças. As crianças merecem toda a atenção, dignidade e felicidade que se pode dar. No entanto, ainda há aqueles que, na sua desenfreada busca pelo capital, retira a dignidade e a felicidade às crianças, que trabalham de graça, sem nunca fazer greves e com mãos e braços pequenos que chegam a sítios onde os adultos não conseguem. Essa gente devia levar uma boa patada nas ventas. Talvez assim metessem algum juízo na cabeça dura que transportam sobre os seus ombros. Não nos podemos esquecer das crianças. Os horários de hoje em dia distanciam os pais dos seus filhos, algo que devia ser evitado a todo o custo. Nunca devemos "por de lado" as crianças, e devemos amá-las com todo o carinho que a inocência merece.
E, para conferir a esta crónica alguma credibilidade, uma citação:
"Educai as crianças para que não seja preciso castigar os adultos"
Pitágoras
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