Comemoram-se hoje os 70 anos do dia que marcou o princípio do fim de uma das ditaduras mais terríveis (se não a mais terrível) da Europa.
O Dia D. Devemos-lhe tanto. Este desembarque, ocorrido pelas forças aliadas na Normandia, revelou-se um duro golpe no estômago do regime nazi. E ainda bem. Os valentes soldados que se sacrificaram, sabendo bem o que lhes esperava, para que os oprimidos se vissem livre de Adolf Hitler e dos nazis. Devemos-lhes tanto, tanto. Ainda durou um ano antes da rendição dos nazis, mas este desembarque possibilitou esse desfecho. O Dia D serve para nos lembrar, pelo número de baixas, o quão terrível foi a Segunda Guerra Mundial. Quantos jovens perderam as suas vidas por causa de uma estúpida invasão levada a cabo por um megalómano austríaco (Hitler era austríaco, não alemão). Que nos sirva de lição. Quando nos virmos perante situações de possível guerra, lembremo-nos destes jovens, cujas vidas se viram ceifadas por um conflito injustificável e imperdoável. Lembremos.
O Dia D acabou por decidir o desfecho da guerra. O que teria sido da História se o desembarque na Normandia não se tivesse realizado? Lembremos os sacrifícios dos jovens que morreram para que todos pudéssemos viver em paz. Nunca é demais fazer esse esforço. Lembremos os valentes.
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