terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Ano Novo

10, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3, 2, 1, 0! Feliz Ano Novo!!

Mais um ano que passa, mais uma página das nossas vidas que vira. 2013 teve momentos altos e baixos. A crise, a austeridade e o circo político, no caso do meu pequeno mas grandioso país e a perda de figuras como Mararet Thatcher e Nelson Mandela e a crise, a nível mais internacional. No entanto, devemos ficar com aqueles que nos fizeram sorrir. Esses são os momentos que devemos recordar em 2014, não os maus.

Sei que não é muito o que escrevo, mas também não precisa de o ser. Algo como o Ano Novo não é expresso por palavras num blog, é-se passado com os amigos e família. Portanto, adeus e um ótimo ano, meus caros leitores!

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Natal

Ontem, dia 24

Consoada. O tradicional bacalhau demolhado em azeite e acompanhado por batatas e couves. Que delícia. Uma boa broa a acompanhar. Claro que tenho noção das dificuldades que se vivem no país (se não falasse delas, criticavam-me), eu também as sinto. Mas o Natal é uma altura para nos esquecermos de crise (por mais difícil que seja, tentem. Ninguém chega a lado nenhum sem tentar). Altura de paz, harmonia e momentos em família. Ouço os capitalistas/consumistas clamando por estas palavras: «e prendas». Pronto. Esqueço-me de alguém? Ah claro! Doces! Rabanadas, aletria, sonhos, mexidos, bolo-rei... É só dizer. Uma ótima noite de Natal. Não me esqueci do cariz religioso, não se preocupem. Jesus celebra o seu 2013º aniversário. 

Hoje, dia 25

Almoço de Natal. O peru recheado, o molho feito da calda do peru, o arroz, o esparregado (no meu caso). Claro, tudo em família, sempre. Nunca nos devemos esquecer da família. Doces também. Rabanadas, aletria, mexidos, queijo, bolo-rei, pão-de-ló, sonhos... É só dizer. Já agora, continuo a ouvir os consumistas a clamar e repito: prendas. Agora ouço os comunistas a clamarem com ciúme o facto de os ter esquecido. Não esqueci. O problema é que para além de eleições antecipadas e revolução do proletariado não pensam em mais nada... Esqueçamos então politiquices e regressemos ao dia de hoje. No final, um belo filme para toda a família. Obrigado, programação televisiva (SIC e RTP. A TVI só sabe falar da «caca» que é a Casa dos Segredos). 

Natal. A todos um santo e feliz Natal. Ups, acordo ortográfico... A todos um santo e feliz natal. E muita paz, alegria e saúde, que o resto provém disso. Já ando a divagar... Boas festas!

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Só porque...

Engraçado, as coincidências quotidianas.

Que dia é hoje? 11 de dezembro de 2013. Ha, ha, ha, ha, ha! Então? Nada?! 11 de dezembro de 2013... 11/12/13... Ah!, ouço eu o leitor a exclamar. Não percebe porque falo eu disto? Pois, então explico: só uma vez de cem em cem anos é que esta sequência de números se verifica. Num século só existe um 13. 1113, 1213, 1313, 1413, 1513, 1613, 1713, 1813, 1913, 2013. Só uma vez por século. Como é pouco provável que eu esteja vivo em 2113, acho que é meu dever e minha obrigação escrever sobre esta sequência engraçada de números. Ainda acha que não devia gastar o meu tempo? Está bem, o leitor é que sabe... Mas depois não se queixem que avisei. 

11/12/13. Se em cem anos tanto eu como o leitor estivermos vivos, então apagarei esta (chamemos-lhe) crónica deste meu blog. Então, vemo-nos em um século. 

domingo, 8 de dezembro de 2013

Nelson Mandela (1918-2013)

Lágrimas, homenagens, condolências. Faleceu na quinta-feira a grande figura do século XX que foi Nelson Mandela

Por um país sem apertheid, foi pelo que lutou Mandela. E venceu. Um país de igualdade, livre da discriminação racial foi o troféu que Mandela recebeu e que depois partilhou. A vida preenchida de Mandela servirá como um símbolo para todas as gerações passadas e futuras de humildade e determinação. Pouco posso escrever que não tenha sido já escrito. Por esse motivo, apenas deixo as minhas condolências para com a família de Madiba e o pensamento de que o mundo perdeu uma grande figura, quase irrepetível, da história.

Noventa e cinco anos tinha Mandela. Viveu muito e o suficiente para se tornar um símbolo de esperança e humildade num mundo caminhando em direção à falta de valores.