Há uma altura na vida em que dizemos adeus, o adeus final.
Mas quando dizemos adeus a um talento que tanto mais tinha para dar, então aí é um momento triste. Este mês já dissemos adeus a talentos extraordinários, e agora dizemos adeus a mais um. Dizemos adeus ao Nobel da literatura de 1999, Günter Grass. Mas mais palavras são apenas palha. Deixo os meus sentimentos com os familiares e amigos do escritor.
Adeus, Günter Grass. O teu talento deixou-nos cedo demais.
quarta-feira, 15 de abril de 2015
quinta-feira, 2 de abril de 2015
Manoel de Oliveira (1908-2015)
Sem palavras.
É sem palavras que me afirmo. Portugal perdeu hoje um dos seus mais antigos cidadãos. É um talento que se perde, um grande monumento da História de Portugal. Mais nada posso dizer a não ser que deixo os meus sentimentos com os familiares e os amigos.
Não falei muito. Mas neste caso não há palavras suficientes. É uma perda triste para Portugal. É um pedaço de história que parte deste mundo. Sentiremos sua falta.
É sem palavras que me afirmo. Portugal perdeu hoje um dos seus mais antigos cidadãos. É um talento que se perde, um grande monumento da História de Portugal. Mais nada posso dizer a não ser que deixo os meus sentimentos com os familiares e os amigos.
Não falei muito. Mas neste caso não há palavras suficientes. É uma perda triste para Portugal. É um pedaço de história que parte deste mundo. Sentiremos sua falta.
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