Referendo, referendo, referendo, referendo... É só disso que se fala!
Eu dou já a minha opinião. Sou a favor do referendo e não emito pareceres sobre temas que não me interessam, como a coadoção ou a orientação sexual de alguém (porque essas conversas são para se ter intimamente, não em blogues). Mas não são todos a favor do referendo. «É antidemocrático», diz alguém. «Desvirtua a democracia», diz outro. «Um Estado democrático não precisa de referendos», diz mais alguém... Francamente, é engraçado ouvir isto. E porquê? Ora, pela simples razão de o referendo exigir a opinião do povo. E todos sabemos que exigir a opinião do povo é antidemocrático. Aliás, é uma medida fascista, a de pedir a opinião do povo! Contradições, contradições, contradições, é isso que se verifica. Algumas destas pessoas que agora criticam que se peça a opinião ao povo lutaram para que o povo tivesse opinião... Acho que não sou o único a achar isso esquisito.
Por isso, passou o referendo, acabou. Um referendo não é mais que pedir a opinião ao povo sobre determinado assunto. Por isso, a oposição (e os partidos aliados) deviam calar a boca e deixar o povo falar. Já que ninguém pergunta ao povo se concorda com cortes e mais cortes, que ao menos o povo possa ter opinião sobre a coadoção de crianças. Parece-me, no mínimo, justo.
quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
terça-feira, 21 de janeiro de 2014
Vida amorosa francesa
Bonsoir. Sim, é em francês que começo esta crónica.
Sei que é um bocado tarde para se falar nisto, mas é um caso que não se vai esquecer facilmente. Bom, de que falo eu? Pois, da(s) relação(ões) extraconjugal(ais) do presidente da França, François Hollande. E porque é que o caso não se vai esquecer facilmente? Porque ainda se falam nos affaires de Mitterrand e Chirac, embora já tenha sido há tanto tempo (sem querer ofender os trintões e vintões). Também Sarkozy teve relações extraconjugais, mas já não vai à assim tanto tempo. Eu sou contra os casos extraconjugais, e muita gente partilha da minha opinião (quem apoia já cometeu um) e tenho a opinião de que o casamento é algo sagrado (não no sentido de SAGRADO pela igreja), é algo que se baseia na confiança entre dois indivíduos (não vou entrar nos novos tipos de casamento). Se não confiarmos em quem irá passar o resto da vida (divórcio não incluído) connosco, então não podemos confiar em mais ninguém.
Mais que uma crónica, um conselho amoroso que poderia pertencer a um site lamechas de aconselhamento de casais. O leitor perdoe-me se esta crónica o maçou, quase lhe garanto que não se voltará a repetir.
Sei que é um bocado tarde para se falar nisto, mas é um caso que não se vai esquecer facilmente. Bom, de que falo eu? Pois, da(s) relação(ões) extraconjugal(ais) do presidente da França, François Hollande. E porque é que o caso não se vai esquecer facilmente? Porque ainda se falam nos affaires de Mitterrand e Chirac, embora já tenha sido há tanto tempo (sem querer ofender os trintões e vintões). Também Sarkozy teve relações extraconjugais, mas já não vai à assim tanto tempo. Eu sou contra os casos extraconjugais, e muita gente partilha da minha opinião (quem apoia já cometeu um) e tenho a opinião de que o casamento é algo sagrado (não no sentido de SAGRADO pela igreja), é algo que se baseia na confiança entre dois indivíduos (não vou entrar nos novos tipos de casamento). Se não confiarmos em quem irá passar o resto da vida (divórcio não incluído) connosco, então não podemos confiar em mais ninguém.
Mais que uma crónica, um conselho amoroso que poderia pertencer a um site lamechas de aconselhamento de casais. O leitor perdoe-me se esta crónica o maçou, quase lhe garanto que não se voltará a repetir.
domingo, 5 de janeiro de 2014
Eusébio (1942-2014)
Chorai. O grande Pantera Negra faleceu.
É com pesar que começa o ano de 2014 para Portugal. A morte de uma das suas maiores figuras, de um dos mais notáveis jogadores de futebol do mundo. É uma notícia que entristece muitos, não apenas benfiquistas, mas todos, e que nos une num só, celebrando a sua grandeza. Aos familiares deste grande jogador deixo as minhas condolências. Todos sentiremos a falta de Eusébio, é um sentimento não só luso (embora tenha mais fervor esse) mas também internacional.
É uma tristeza imensa iniciar assim 2014. Esperemos que Eusébio descanse em paz.
É com pesar que começa o ano de 2014 para Portugal. A morte de uma das suas maiores figuras, de um dos mais notáveis jogadores de futebol do mundo. É uma notícia que entristece muitos, não apenas benfiquistas, mas todos, e que nos une num só, celebrando a sua grandeza. Aos familiares deste grande jogador deixo as minhas condolências. Todos sentiremos a falta de Eusébio, é um sentimento não só luso (embora tenha mais fervor esse) mas também internacional.
É uma tristeza imensa iniciar assim 2014. Esperemos que Eusébio descanse em paz.
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