Bonsoir. Sim, é em francês que começo esta crónica.
Sei que é um bocado tarde para se falar nisto, mas é um caso que não se vai esquecer facilmente. Bom, de que falo eu? Pois, da(s) relação(ões) extraconjugal(ais) do presidente da França, François Hollande. E porque é que o caso não se vai esquecer facilmente? Porque ainda se falam nos affaires de Mitterrand e Chirac, embora já tenha sido há tanto tempo (sem querer ofender os trintões e vintões). Também Sarkozy teve relações extraconjugais, mas já não vai à assim tanto tempo. Eu sou contra os casos extraconjugais, e muita gente partilha da minha opinião (quem apoia já cometeu um) e tenho a opinião de que o casamento é algo sagrado (não no sentido de SAGRADO pela igreja), é algo que se baseia na confiança entre dois indivíduos (não vou entrar nos novos tipos de casamento). Se não confiarmos em quem irá passar o resto da vida (divórcio não incluído) connosco, então não podemos confiar em mais ninguém.
Mais que uma crónica, um conselho amoroso que poderia pertencer a um site lamechas de aconselhamento de casais. O leitor perdoe-me se esta crónica o maçou, quase lhe garanto que não se voltará a repetir.
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