Há uma altura na vida em que dizemos adeus, o adeus final.
Mas quando dizemos adeus a um talento que tanto mais tinha para dar, então aí é um momento triste. Este mês já dissemos adeus a talentos extraordinários, e agora dizemos adeus a mais um. Dizemos adeus ao Nobel da literatura de 1999, Günter Grass. Mas mais palavras são apenas palha. Deixo os meus sentimentos com os familiares e amigos do escritor.
Adeus, Günter Grass. O teu talento deixou-nos cedo demais.
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