Ontem, dia 24
Consoada. O tradicional bacalhau demolhado em azeite e acompanhado por batatas e couves. Que delícia. Uma boa broa a acompanhar. Claro que tenho noção das dificuldades que se vivem no país (se não falasse delas, criticavam-me), eu também as sinto. Mas o Natal é uma altura para nos esquecermos de crise (por mais difícil que seja, tentem. Ninguém chega a lado nenhum sem tentar). Altura de paz, harmonia e momentos em família. Ouço os capitalistas/consumistas clamando por estas palavras: «e prendas». Pronto. Esqueço-me de alguém? Ah claro! Doces! Rabanadas, aletria, sonhos, mexidos, bolo-rei... É só dizer. Uma ótima noite de Natal. Não me esqueci do cariz religioso, não se preocupem. Jesus celebra o seu 2013º aniversário.
Hoje, dia 25
Almoço de Natal. O peru recheado, o molho feito da calda do peru, o arroz, o esparregado (no meu caso). Claro, tudo em família, sempre. Nunca nos devemos esquecer da família. Doces também. Rabanadas, aletria, mexidos, queijo, bolo-rei, pão-de-ló, sonhos... É só dizer. Já agora, continuo a ouvir os consumistas a clamar e repito: prendas. Agora ouço os comunistas a clamarem com ciúme o facto de os ter esquecido. Não esqueci. O problema é que para além de eleições antecipadas e revolução do proletariado não pensam em mais nada... Esqueçamos então politiquices e regressemos ao dia de hoje. No final, um belo filme para toda a família. Obrigado, programação televisiva (SIC e RTP. A TVI só sabe falar da «caca» que é a Casa dos Segredos).
Natal. A todos um santo e feliz Natal. Ups, acordo ortográfico... A todos um santo e feliz natal. E muita paz, alegria e saúde, que o resto provém disso. Já ando a divagar... Boas festas!
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