Albert Einstein
Antes de começar, espero que o leitor me perdoe a utilização de alguns vocábulos fora do meu registo. Kim Jung Un. Filho de Kim Jong Il e neto de Kim Il Sung. E irmão da estupidez.
Se o leitor tem seguido as notícias atentamente, então ouviu a notícia de que Kim Jung Un, "presidente" da Coreia do Norte decidiu declarar guerra à Coreia do Sul. É impressão minha, ou o homem é mesmo burro? Quer dizer, ele não está satisfeito com o que tem? Quem é que ele pensa que é? O seu pai já foi um disparate, e ele intenciona tornar-se noutro. Kim Jong Il não conseguiu destruir o mundo, por isso o filhinho vai ver se deixa o papá morto orgulhoso. Claro que não preciso de dizer quem são os alvos deste homenzinho deplorável. Obviamente, a Coreia do Sul, o Japão e os Estados Unidos da América. O que me deixa inquieto é a tendência dos países rivais em estourarem em guerras uns com os outros. Claro que isto já aconteceu. Alemanha, Itália, Irão, Líbia. O mesmo cenário. Ânsia de querer mais. E o que é que aconteceu? Um suicidou-se, o outro foi enforcado, o outro o mesmo destino que o do segundo e o último foi morto pela população que oprimia. É o que sinceramente espero que aconteça a este ditadorzeco de meia-tigela. E é o que vai acontecer, que os americanos e os japoneses não são de brincadeiras. Duas guerras o provaram. O povo coreano não está preocupado, mas os seres que pensam estão preocupadíssimos com o futuro desta impertinência e casmurrice de Kim Jung Un.
Se o leitor não for estúpido, estará do meu lado (e do lado dos inteligentes). É que esta situação pode não parecer nada ao burro que governa a Coreia do Norte nem à sua população, mas pode desembocar daqui outra guerra. E isso, meus caros leitores, seria catastrófico. Já dizia Einstein, "não sei que armas haverá na III Guerra Mundial, mas na IV serão paus e pedras".
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