Eis que chegamos ao feriado mais patriótico de todos os feriados nacionais, o 10 de junho, Dia de Portugal.
Há 433 anos atrás, Luís Vaz de Camões falecia em Lisboa, pobre e miserável. Hoje, comemora-se o aniversário da morte desse grande poeta, o maior de toda a literatura lusófona. E, é claro, comemora-se também o Dia de Portugal. As cerimónias correram todas bem, tirando a parte das manifestações, de resto correu tudo bem. É importante não esquecer a nacionalidade. Não interessa para nada a crise e as politiquices, o que interessa é sentir orgulho do povo de guerreiros que desta Ocidental praia Lusitana nasceram. Desde os primórdios que o povo luso demonstrou a sua fibra, a sua coragem e a sua determinação, e não é uma situaçãozinha inútil como a crise que ofusca a grandiosidade de ser português, e os que do seu país não se orgulham podem ir embora, nada os impede, que esses não são lusitanos. Quem não sente o orgulho do peito ilustre Lusitano não está a fazer nada aqui, pode ir embora.
É importante não esquecermos quem somos e quem fomos, e é importante não nos irmos abaixo e continuar, valorosamente, a combater a crise. Viva ao povo de Camões! Viva a Portugal!
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