Foi com choque que Espanha recebeu a notícia, a 11 de março de 2004, de que a capital sofreu uma série de atentados a comboios.
Este é um dos momentos, uma das datas que se devem assinalar. Pelas vítimas, pelos familiares das vítimas, por todos os que sofreram com estes atentados, produto do fundamentalismo idiota saído de mentes no mínimo totós da organização terrorista Al-Qaeda, também ela parva. É a verdade. Ai, o nosso deus e sei lá, matar em nome da divindade... Isso é a maior estupidez no ser humano. Matar seres humanos em nome de uma figura que supostamente criou esses mesmos seres humanos. Se é para matar, para que é que os terá criado essa divindade? Será que os terroristas (sinónimo: estúpidos) se apercebem do paradoxo? Eu acho que eles só usam a desculpa de matar em nome de deus para saciar o desejo insaciável que é o sadismo. Estou a falar de terroristas, não de muçulmanos, nem árabes. E para que as pessoas não fiquem com a impressão de que sou xenófobo ou que discrimino, digo que todas as religiões têm os seus momentos de estupidez. O da religião cristã foi na Idade Média. O da muçulmana é agora. A hebraica deve também ter feito algo, num passado distante, as politeístas, dessas nem se fala. Só a budista é que não tem registos de estupidez na sua história.
É essa a importância das datas como o 11 de Março. Homenagear os que pereceram nos atentados, refletir, valerá a pena matar em nome de um deus?, chegar à resposta, não, e dizer: Morte ao terrorismo/fundamentalismo/fanatismo. Se todos exclamar-mos, numa só voz, convictamente: morte à estupidez!, ela não terá mais opções a não ser ser render-se à paz, à tolerância e à fraternidade entre as culturas.
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