terça-feira, 2 de junho de 2015

Bonne voyage, Joseph Blatter

Pouco falo de futebol. Pouco entendo de futebol. Mas desta vez tinha de falar.

Hoje é um dia histórico para a FIFA. O líder corrupto, com a mania de que é engraçadinho e sinceramente decrépito (a sério, ninguém devia liderar enquanto cai aos bocados - só uma dica, Cavaco Silva -) renunciou ao seu cargo. Agora o lugar encontra-se vacante e deverá ser preenchido por alguém mais jovem, mais capaz e menos corrupto (quanto a este último ponto, a ver vamos...). Mas são dias de esperança para todos os fãs de futebol. Com mil diabos, até para mim, um ateu futebolístico, e um inculto no assunto, é um dia de esperança. Esperança por um líder que seja, bem, um líder. Alguém que regenere a imagem que o Mundo tem da FIFA (corrupta, corrupta, corrupta). Alguém que nos faça acreditar que os altos cargos e os altos organismos não servem só para ganhar dinheiro e corromper tudo e todos. Alguém que não se chame Joseph Blatter. Alguém que não tenha feito negócios com Joseph Blatter. Alguém... bem, já acabei, já perceberam a ideia. Já agora, Figo, podias ocupar o lugar deste trapaceiro, a ver se se faz alguma coisa de jeito nesta organização. Tenta é evitar os pequenos-almoços com acusados de corrupção. Tu sabes bem do que estou a falar. Não digo mais nada.

Agora, usando (e inédito neste blogue) um hashtag que já vi por essas redes sociais fora: #BlatterLateThanNever. Obrigado. Só mais uma coisa: eu desejei uma boa viagem ao Joseph Blatter. É só puramente estético. O meu sentimento é que ele vá de vela de vez. E que nunca mais volte. Agora sim, obrigado por me aturarem.

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