Estes últimos dias tem-se assistido à fuga de Manuel Baltazar à polícia.
Se alguém tiver ideias de matar outro ser humano, esqueça. Não só é um ato moralmente reprovável, como não é uma boa ideia. Todo o mal tem o seu fim. Quem acha que o crime compensa e que é possível escapar, desengane-se. Oh, não estou a falar de escapar à polícia, isso é, se bem planeado, fácil. Mas ninguém consegue escapar à sua consciência. Só os psicopatas e os esquizofrénicos. E mesmo estes, por vezes... Foi isso que se sucedeu com Manuel Baltazar. Trinta e poucos dias a sós com a sua consciência foi o suficiente. Entregou-se finalmente à PJ. Provavelmente, arrependendo-se do erro que cometeu. Qualquer ser humano decente sofre o julgamento por parte do juiz mais terrível e justo do mundo: a sua própria consciência. Agora, o homicida confesso, e friso confesso, enfrentará um julgamento e eventual pena. Esperemos que Baltazar pague pelo que cometeu. E pagará. Baltazar não tem dinheiro para corromper o juiz, logo será condenado pelos seus atos.
E é isto, caros leitores. O crime não compensa. Todo o mal tem um fim, este encontrou o seu.
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