domingo, 4 de maio de 2014

Dia da Mãe

A mãe. A figura maternal da família nuclear.

Sem a minha mãe, eu não estaria aqui a escrever. Sem a sua mãe, o leitor não estaria aí a ler. Sem a mãe, onde estaríamos nós? É intrigante, não é? De facto, sem as mães, onde estaria o mundo? Não haveria. A mãe concebe-nos em conjunto com o pai, mas é a mãe que sofre quando dá à luz. É a mãe quem vemos primeiro assim que nascemos (excluindo, claro, o médico e as enfermeiras). É a mãe que irá formar a nossa personalidade emocional e afetiva. O pai forma-nos a personalidade prática, a mãe, a personalidade emocional, pelo menos assim foi comigo. A mãe é aquela que dá conselhos sobre rapazes às filhas e conselhos sobre raparigas aos filhos. A mãe sempre representou o lado sensível da família (seja verdade ou não). Há tanto para dizer sobre as mães, mas tão poucas palavras para isso. Algo como o que sentimos em relação às nossas mães não pode ser expresso por palavras.

A mãe. Dedico esta crónica a todas as mães que a lerem e, especialmente, à minha mãe, que eu amo imenso do mais profundo do meu coração.

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