Será que queremos António Costa como primeiro-ministro? Ou António José Seguro?
Um é a face do oportunismo político e da hipocrisia descarada. O outro é a face da popularidade frágil. António Costa é exatamente o oposto do que o povo deseja. Mas, por alguma estranha razão, o povo parece convicto de que encontrou a resolução para todos os problemas. António José Seguro, por seu lado, tem a seu favor o facto de ter liderado o partido quando todos lhe viraram as costas (ou a Costa) e de apresentar uma proposta vencedora, a redução do número de deputados que, independentemente do que diga António Costa, é o mais acertado a fazer. Mas contra ele tem o facto de ter zero por cento de perfil e carisma para liderar um país. Ah, já mencionei que António Costa é apoiado por Mário Soares e por José Sócrates? Estou só a dizer...
Quo vadis, Escócia?
Escócia, não pode abandonar os seus amigos e aliados agora. Não em tempos de crise. A Europa pode cair, os movimentos separatistas nos outros países podem prosperar e as economias podem fragilizar com esta ação. O problema é que agora, Escócia, não é a melhor altura para orgulhos nacionalistas. Não quando dependem tantas vidas e tantos empregos dessa decisão. Por favor, Escócia, pense também nos que podem ser prejudicados pela decisão e não apenas na sua insistência em abandonar uma união que apenas a fortaleceu.
Porque invades tu o Mundo, ó loucura?
Jornalistas raptados e decapitados porque um grupo de psicopatas deseja derramar quanto sangue for possível. Auxílio ao povo? Não, não caio nessa peta. O povo já perdeu tanto com esse "auxílio" que nem quero saber o que farão se decidirem destruí-lo. Uma loucura que tomou os homens de assalto, é a verdade por detrás disto tudo. É o acharem que têm o sheik na barriga e que podem fazer tudo o que lhes apetecer e escapar impunes. Tem de acabar. Por favor, parem! Parem com a loucura! Lutem pela paz, caramba! Mostrem que não são estátuas de pedra, mas seres humanos!
Nota: Ó Nuno Crato, siga o belíssimo exemplo de Relvas e de Gaspar e demita-se também. Não insista mais. Já mostrou a todos o quanto se rala com a educação neste país e já todos vimos a sua competência para o cargo que exerce. Faça-nos um favor. Pode ser? E se lhe pedirmos com jeitinho?
Epílogo - desta vez não houve prólogo. Fecho com um mini-epílogo. Até à próxima.
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