domingo, 9 de novembro de 2014

25.º aniversário da queda do Muro de Berlim

É um momento inspirador de se observar. Amigos, vizinhos, e afins separados uns dos outros só porque duas potências não se entendiam, poderem encontrar-se novamente. 

A data e a memória da queda do Muro de Berlim servem para nos lembrar constantemente que quem sofre pelos confrontos de interesses de meia dúzia de governantes é o povo. São as pessoas quem realmente sofre quando existem conflitos de interesses. "A água bate na rocha, mas quem paga é o mexilhão" está corretíssimo. E essa memória, a memória da queda do muro, serve para nos motivar, para nos fazer resistir e nunca desistir face às adversidades. O que conseguiu o povo alemão com a sua luta? Destruir o muro. E pedaços do muro encontram-se espalhados pelo mundo. São símbolos de que os povos, as nações, devem ser unidos, nunca se devem tentar aniquilar. A paz é possível, mas apenas quando deixarmos de ser governados pelas bestas desumanas de agora e de sempre. E, claro, uma imagem para concluir.





O reencontro de irmãos. As emoções fortes. O fim da separação. A reunificação da Alemanha. O coroar de uma luta. Triunfo da paz e da harmonia sobre os interesses mesquinhos e os confrontos estúpidos de vontades e de interessezinhos. Tudo isto é a queda do Muro de Berlim.




A História tem a função de nos ensinar a não cometer os erros do passado. Infelizmente, somos todos casmurros. Eu vejo esta situação a repetir-se no caso de Israel e Palestina. E é com esperança que digo que esta imagem em breve virá desses países. É só esperar.

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